Descendente do ramo genealógico iniciado no Brasil por Almeida Júnior (1850-1899), o trabalho do artista Fábio Baroli (Uberaba, 1981; vive e trabalha em São Paulo) expressa uma visão de mundo ancorada na vivência interiorana e no imaginário regional. Gêneros tradicionais — como retrato, paisagem e natureza-morta — se misturam à cenas do cotidiano do artista em pinturas com gestos bruscos e marcantes, em trabalhos que revelam marcas de edição (montagens, colagens e intervenções) características de programas digitais. A apropriação e a referência da imagem fotográfica fazem parte do processo do artista.

Vencedor dos prêmios Funarte de Arte Contemporânea (2011) e Marcantonio Vilaça (2013), o trabalho de Fábio Baroli consta em coleções como MAM Rio, Museu de Arte do Rio e Museu Nacional de Brasília.

 

 

Principais exposições:

individuais:

. Goliath, MuseumsQuatier, Viena (2017)

. Deitei pra repousar e ele mexeu comigo, CCBB Brasília (2016)

. Muito pelo ao contrário, CCBNB, Fortaleza (2014)

. Vendeta: a Intifada, Funarte, Recife (2013).

 

Coletivas:

. Contraponto, Museu Nacional de Brasília (2017)

. É tudo nosso, Casa da Cultura da América Latina, Brasília (2017)

. Vértices – Coleção Sérgio Carvalho, Centro Cultural Correios, Braslília, Rio de Janeiro e São Paulo (2015/2016)

. Prêmio Aquisições Marcantonio Vilaça, Museu de Arte Moderna MAM Rio, Rio de Janeiro (2013).

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