CAIO CARPINELLI

CAIO CARPINELLI 1993 — São Paulo – SPVive e trabalha em São Paulo   — OBRAS — SOBRE ← ARTISTAS CONHEÇA O PORTFÓLIO DE CAIO CARPINELLI  “Untitled”, 2019Óleo sobre madeira 20 x 27 cm “Untitled”, 2020Óleo sobre madeira 76,5 x 56 cm “Untitled”, 2019Óleo sobre madeira 200 x 160 cm “Untitled”, 2019Óleo sobre tela 200 […]

CAIO CARPINELLI

ANDRÉ RICARDO André Ricardo é artista plástico, vive e trabalha em São Paulo, Brasil. Sua pesquisa é focada no campo da Pintura.

ANDRÉ RICARDO

ALICE RICCI Como artista se interessa em desenvolver e evidenciar procedimentos a partir de jogos e repetições que constrói apropriando-se de informações visuais. Trabalha com desenho, fotografias, meios impressos e objetos cotidianos. Conceitualmente, pretende gerar reflexões sobre o esforço, a mecânica de trabalho, o tédio e a monotonia.

ALICE RICCI

BRUNO FARIA Nasceu em Recife (PE), em 1981. Vive e trabalha entre Recife e São Paulo. Mestre em poéticas visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG, desenvolve trabalhos em diferentes mídias como: desenho, escultura, instalação, intervenção e publicação.

BRUNO FARIA

BENEDIKT WIERTZ Desenvolve experimentações em cerâmica a partir da forma, das texturas e esmaltes, desconstruindo o paradigma da funcionalidade, integrando o material cerâmico com outras linguagens artísticas, como performances e instalações.

BENEDIKT WIERTZ

Benedikt Wiertz e Edgar Calel A Cerâmica ela é uma forma de fazer é um campo que envolve muita tecnologia, é uma coisa demorada, e ela tem uma, a cada etapa de uma criação de uma cerâmica ela tem seus, não segredos, mas tem suas tecnologias e técnicas, e na medida quando você domina as coisas cada vez surgem com mais facilidade. O volume quando você começa é muito difícil de você lidar com volume e com peças grandes.

Benedikt Wiertz e Edgar Calel

CAMILA LACERDA Camila Lacerda (1987) vive e trabalha em Belo Horizonte, MG. É mestre em Teorias e Práticas Artísticas pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG); pós-graduada em cinema (Jornalismo Cinematográfico), pelo Centro Universitário UNA/MG e bacharel em Artes Plásticas pela UEMG-Escola Guignard. Participou de exposições coletivas e individuais no Brasil e exterior. É artista representada pela Galeria Periscópio Arte Contemporânea, ilustradora e professora de Artes.

CAMILA LACERDA

ÉDER OLIVEIRA Nascido em 1983, em Timboteua, região do Salgado paraense. Licenciado em Educação Artística - Artes Plásticas pela Universidade Federal do Pará. Pintor por ofício, desde 2004 desenvolve trabalhos relacionando retratos e identidade, tendo como objeto principal o homem amazônico. Trabalha e vive em Belém. Atualmente é representado pela galeria Periscópio Arte Contemporânea.

ÉDER OLIVEIRA

EDGAR CALEL Eu sou da Guatemala, e eu nasci em um povo indígena que se chama San Juan Comalapa, e se parte de uma comunidade que chama por nome Kaqchikel, e Kaqchikel és um um dos 23 povos indígenas que habitam a Guatemala.

EDGAR CALEL

EDUARDO HARGREAVES Eduardo Hargreaves, nascido em 1994 em Juiz de Fora/MG. Vive e trabalha em Belo Horizonte/MG. Graduado em artes visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2017, Eduardo participa de diversas exposições coletivas desde 2014. ​ Em 2018, participa da residência Ocupa_Espai, ao lado do também artista José Lara, com acompanhamento, orientação e curadoria de Nydia Negromonte e Marcelo Drummond. ​ Em agosto de 2018, realiza sua primeira exposição individual, Paisagens Rotas, no Centro Cultural da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) – São João del Rei, 16/08 – 30/09. ​ Em setembro do mesmo ano, participa da exposição coletiva do Festival Artes Vertentes, Longitudes e latitudes da memória, com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, ao lado de grandes artistas brasileiros como Nuno Ramos, Hilal Sami Hilal, Nicia Braga, Ana Alves e Caetano Dias. ​ Premiado pelo edital do programa Mostras BDMG, apresenta sua primeira exposição individual em maior escala, Cartas para um lugar, na Galeria de Arte BDMG Cultural – Belo Horizonte, 14/09 – 25/10.

EDUARDO HARGREAVES

FÁBIO BAROLI É formado em Artes Visuais pela Universdade de Brasília. Das exposições individuais, destacam-se: “Domingo”, Galeria Laura Marsiaj (Rio de Janeiro, RJ, 2012), “Lar doce lar”, Centro Cultural Banco do Nordeste (Sousa, PB, 2011), “Narrativas Privadas”, Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul (Campo Grande, MS, 2010), “Erotismo e Apropriação”, Centro Municipal Adamastor (Guarulhos, SP, 2010), “Narrativas Privadas”, Galeria Laura Marsiaj (Rio de Janeiro, RJ, 2010) e “Nus”, Galeria Luiz Roberto Amaral (Uberaba, MG, 2010). E das exposições coletivas, destacam-se: “Pincilada”, Baró Galeria (São Paulo, SP, 2011), “Possibilidades”, Museu Universitário de Arte (Uberlândia, MG, 2010), “Aos ventos que virão”, Espaço Cultural Contemporâneo (Brasília, DF, 2010), “Olheiro da Arte”, CCJE (Rio de Janeiro, RJ, 2010) e “Pequenos Formatos, Grandes Obras”, Renome Galeria (Brasília, DF, 2009). Recebeu prêmios como: o X Prêmio de Arte Contemporânea do Iate Clube de Brasília (2011), o 1º Prêmio Espaço Piloto de Arte Contemporânea, Galeria Espaço Piloto (Brasília, DF, 2009), o 9º Salão de Artes Visuais de Guarulhos, Centro Municipal de Educação Adamastor (Guarulhos, SP, 2009) e o prêmio aquisição do 28° Salão Arte Pará, Museu da Universidade Federal do Pará (2009). Possui obras no acervo do Museu Nacional de Brasília, Fundação Romulo Maiorana, centro de Educação e Cultural.

FÁBIO BAROLI

GISELE CAMARGO A artista Gisele Camargo nasceu no Rio de Janeiro, em 1970. Graduada em pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, recebeu diversos prêmios, tais como: Prêmio Arte Patrimônio pelo Iphan (2013), Prêmio Ibram de Arte Contemporânea (2011) e Prêmio Sim de Artes Visuais (2008). Indicada ao Prêmio PIPA em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2018. Das exposições individuais recentes, destacam-se: “Noite americana ou Luas invisíveis”, Galeria Luciana Caravello (Rio de Janeiro, RJ, 2014); “Cápsulas e Luas”, Paço Imperial (Rio de Janeiro, RJ, 2014); “Falsa Espera”, Galeria Oscar Cruz (são Paulo, SP, 2012); “Metrópole”, Galeria Mercedes Viegas (Rio de Janeiro, RJ, 2011); “A Capital” , Galeria IBEU (Rio de Janeiro, RJ, 2011). E das coletivas recentes: “Cruzamentos”, Wexner Center for the Arts (Columbus, EUA, 2014); “Duplo Olhar”, Paço das Artes (São Paulo, SP, 2014); “Paisagens Artificiais”, Galeria Pilar (São Paulo, SP, 2012); “Dez anos do instituto Tomie Ohtake”, Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, SP, 2011); “Coletiva 11”, Galeria Mercedes Viegas (Rio de Janeiro, RJ, 2011); “O Lugar da linha”, MAC (Niterói, RJ, 2010).

GISELE CAMARGO

HENRIQUE DETOMI Henrique Detomi nasceu em Belo Horizonte/MG em 1988. Vive e trabalha em São Paulo. Sua investigação em pintura se inicia no retrato de mulheres anônimas que se apresentam para o sexo virtual. Atualmente, como um artista que caminha, Henrique representa em suas pinturas paisagens sempre adicionando determinados objetos ou estruturas irreais. Graduou-se em Artes Plásticas na Escola Guignard / UEMG em 2010. Participou de diversas mostras coletivas entre elas se destacam: SP Arte (2017), “40×40″, no Viaduto das Artes (2016), “Turvas narrativas”, na galeria Orlando Lemos (2015) e “Brazil: Arbeit und Freundschaft”, na galeria Pivô (2014). Realizou seis individuais: Em 2016, “Destinado a construir vazios”, Café com Letras; “Quando a fuga encontra a si mesma”, no Sesi Minas, em Belo Horizonte e “Sem título” – Galeria Arte XXX – Brasília, DF. Em 2015, “Onde mora o irreal”, no Espaço cultural Vallourec. “Relações Virtuais”, apresentada no Muna em Uberlândia (2013) e “Retratos Virtuais” no Centro Cultural da UFMG (2011). Em 2012 recebeu menção Honrosa no Salão de artes plásticas de Praia Grande, SP.

HENRIQUE DETOMI

ISABELLA DESPUJOLS A jovem artista venezuelana Isabella Despujols desenvolve seu trabalho na interseção entre geometria e bordado. Na mão da artista a coreografia da agulha com a linha desenha um universo de figuras geométricas e composições com modulações de cores. Suas composições são fortemente influenciadas pelo legado da Op Art e dinamizam o espaço bidimensional pela justaposição de cores.

ISABELLA DESPUJOLS

JOSÉ LARA JOSÉ LARA nasceu em 1990, na cidade de Itaúna – Minas Gerais. Graduou-se em Artes Visuais pela Universidade federal de Minas Gerais, com habilitação em Pintura. Atualmente, cursa a habilitação em Desenho, na mesma instituição. Vive e trabalha em Belo Horizonte – Minas Gerais. Já participou de diversas mostras coletivas e já apresentou uma exposição individual: O que existe por dentro (ou por trás), em 2013, na Galeria de Arte da CEMIG. Em outubro de 2015, apresentou outra mostra individual: Corpo/Massa/Peso, na Galeria de Arte da COPASA.

JOSÉ LARA

LUCAS DUPIN Mestre (2012) e Bacharel (2008) em Artes Visuais pela UFMG, Lucas Dupin já participou de exposições e residências artísticas no Brasil e no exterior. A maior constante em sua produção está na capacidade de diálogo com os contextos em que trabalha, embora se volte com frequência para observação atenta da transitoriedade presente no cotidiano. Sem se ater à materiais, linguagens e modos de trabalhar específicos, busca dentro do seu universo de investigação realizar trabalhos em que partes são capazes de acessar um todo. Dupin já foi premiado em diferentes ocasiões como, por exemplo, o Prêmio Arte Contemporânea da FUNARTE (2015), 6º Bolsa Pampulha (2016), Art Weekend SP (2018), OCA/OEI (2018), FAAP (2017) FUNDAJ (2015) e, em anos anteriores, destaca-se o 2º Prêmio Energias na Arte (2010) no Instituto Tomie Ohtake – SP, no qual recebeu a primeira colocação. Vive e trabalha em São Paulo e Belo Horizonte.

LUCAS DUPIN

LUANA VITRA LUANA VITRA é artista plástica formada pela Escola Guignard – UEMG, bailarina formada pela Escola Livre de Artes e performer. Cresceu em Contagem, cidade industrial da região metropolitana de Belo Horizonte - MG, que fez seu corpo experimentar o ferro e a fuligem. É filha de Jorge, marceneiro com mãos que como lixas retiram lisura da superfície das árvores, e Graziela, professora que ensina sílabas se juntarem no corpo através da poesia. Em sua pesquisa, Luana profana a indústria com a terra, em busca da sobrevivência e da cura das paisagens que habita. Entende seu corpo como paisagem inicial, e sua ação como micropolítica na lida com a materialidade que seu trabalho evoca.

LUANA VITRA

Lorenzato Amadeo Luciano Lorenzato (Belo Horizonte, 1900 — 1995), conhecido como Lorenzato foi um pintor modernista brasileiro. Suas pinturas em estilo primitivista retratam a paisagens e o dia-a-dia do subúrbio de Belo Horizonte, Minas Gerais. É considerado uma das maiores personalidades das artes visuais de Minas Gerais.

Lorenzato

MARCELO DRUMMOND

MARCELODRUMMOND 19xx — ItabiraVive e trabalha em Belo Horizonte — OBRAS — SOBRE ← ARTISTAS Série Modulada-Impressão fotográfica sobre papel Hahnemuhle Photo Rag 100 x 070 cm Série Estar-Impressão em papel Canson Platine Fibre Rag 310 g-Medidas variáveis-2016 HÍBRIDOS ÁGUA-Placa de acrílico 2 cm cortado a laser 76 x 20 x 2 cm 2016 Apito […]

MARCELO DRUMMOND

MÁRCIO DIEGUES ormado em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Londrina em 2012, é mestrando em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ, desde 2015. Atuando também como professor, pesquisa o desenho como fio condutor de suas relações com a paisagem e o espaço, desdobrando-o em gravuras, livros de artista, instalações, ações de coleta e obras site specific. Realizou as exposições individuais Projetos Escalares SESC em Presidente Prudente (SP, 2016) e O Tempo da Paisagem (e as Paisagens do Tempo) no SESC em Londrina (PR, 2013).Entre as coletivas estão Sem Título (Do Impossível ao Porvir) na Galeria Periscópio em Belo Horizonte (MG, 2017), Passageira-16 no Museu de Arte de Londrina (PR, 2016), e Ervanaria Móvel: expedição I no Centro Cultural Banco do Brasil e Museu Mineiro em Belo Horizonte (MG, 2015). Foi selecionado Bolsista do Programa de Residência Artística Bolsa Pampulha 2013-2014, e um dos artistas de destaque da Bolsa Iberê Camargo 2014.

MÁRCIO DIEGUES

MARCO MARIA ZANIN Marco Maria Zanin nasceu em Pádua em outubro de 1983. Formou-se primeiro em Literatura e Filosofia, e depois em Relações Internacionais, obteve um Mestrado em Psicologia. Ao mesmo tempo, desenvolveu sua carreira artística e viajou amplamente em diferentes partes do mundo, colocando em prática o “deslocamento” tão essencial para uma análise crítica dos contextos sociais e para alimentar sua pesquisa destinada a identificar os espaços comuns da comunidade humana. Mito e arquétipo como as matrizes submersas do comportamento moderno são o foco de sua investigação, que se baseia na observação da relação entre homem, território e tempo. Seu instrumento de escolha é a fotografia, que muitas vezes é usada combinando diferentes técnicas e transcendendo as fronteiras de outras disciplinas artísticas. Vive e trabalha entre Pádua e São Paulo, Brasil.

MARCO MARIA ZANIN

MARCONE MOREIRA A partir de 1998, vem participando de diversas exposições pelo país e no exterior. Sua obra abrange varias linguagens, como a produção de pinturas, esculturas, vídeos, objetos, fotografias, e instalações. Prêmios: Bolsa de Pesquisa e Experimentação Artística, Instituto de Artes do Pará, X e XV Salão da Bahia, Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea, Funarte e premiado no Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo; Bolsa Pampulha, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte e XXII Salão Arte Pará, Belém. Individuais: 2007, Arqueologia Visual, Espaço Cultural Banco da Amazônia, Belém e Margem, na Galeria Lurixs-RJ. 2006, Vestígios, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte. 2005, Vestígios, Galeria Virgilio, São Paulo. Coletivas: 2009, Nova Arte Nova, CCBB, São Paulo; 2008, Arco, Feira de Arte Contemporânea, Madri, Espanha; Os Trópicos, CCBB, Rio de Janeiro e Museu Martin-Gropius-Bau, Berlim, Alemanha. 2007, PINTA, Feira de Arte Contemporânea, Nova York. 2005 Amálgamas, em Mantes-la-Jolie na França e Desarranjos, Museu do Marco, Vigo, Espanha. 2003, Panorama da Arte Brasileira, MAM-SP.

MARCONE MOREIRA

RAFAEL RG Rafael RG nasceu em Guarulhos – SP em 1986. Formado em Artes Visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, SP (2010). Participou de mostras e festivais em cidades do Brasil e em outros países, como Argentina, México, Colômbia, Alemanha, Polônia, Espanha e Holanda. Recebeu, entre outras premiações, o 1º Prêmio Foco ArtRio, o Prêmio Honra ao Mérito Arte e Patrimônio/ IPHAN, o Prêmio aquisição do Centro Cultural São Paulo e, recentemente, foi agraciado com a Bolsa Iberê Camargo para residência no Künstlerhaus Bremen, na Alemanha. Foi indicado ao Prêmio PIPA em 2012, 2015 e 2018. Em sua prática artística, RG costuma trazer duas fontes para construção de seus trabalhos: uma documental e outra afetiva, em geral por meio do uso de documentos garimpados em arquivos institucionais ou pessoais associados a narrativas que podem envolver sua pessoa ou um alter ego. A interação entre essas territorialidades resulta em obras que quase sempre se aproximam de uma ficção, ou de uma noção tensa de ficcionalidade.

RAFAEL RG

RANDOLPHO LAMONIER Randolpho Lamonier (Coronel Fabriciano – 1988) é artista visual e desenvolve trabalhos em diversas mídias, sobretudo a fotografia articulada a outras linguagens. Atuante no circuito independente de Belo Horizonte, trata também da própria vivência cotidiana nessa cidade como forma de trabalho, na qual a fotografia protagoniza múltiplas formas de troca simbólica. Entre suas principais exposições estão as coletivas “Um tanto de nós”, Museu da UFPA, Belém/PA- 2015; “Fotografia Mineira Contemporânea”, Tiradentes- 2014; “V Prêmio Diário Contemporâneo”, Belém/PA- 2014; “Muestra Marrana”, Barcelona- 2014; “Territórios Compartilhados da Imagem”, FIF, Belo Horizonte- 2013; “Semana da Fotografia de Belo Horizonte”- 2013; “Memória da Casa: De dentro e de fora”, Belo Horizonte- 2013; “Salle d’attente”, Paris- 2012; e a individual “Diários em Combustão” na Galeria Orlando Lemos, Nova Lima- 2014. Graduando em Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFMG, vive e trabalha em Belo Horizonte.

RANDOLPHO LAMONIER

RENATO MORCATTI Desenhista e escultor, natural de Belo Horizonte - MG, onde vive e trabalha. O artista vem da prática da argila, da gravura e dos materiais mais diversos. ​ Graduado pela Escola de Artes Plásticas Guignard – UEMG e em Comunicação Social no UNI-BH. ​ Foi residente no ateliê dos artistas Marco Túlio Resende e Thaïs Helt, onde experimentou técnicas diversas, da litografia à escultura. ​ Participou na execução de projetos de exposições, destacando-se: “Ai, pareciam eternas! (3 lamas)” e o “O direito à Preguiça” do artista Nuno Ramos, “Repetição e Síntese” do Amilcar de Castro, “Códice – do risco ao risco”, coletiva dos artistas Amilcar de Castro, Marco Tulio Resende e Thaïs Helt, Entre Nós – A figura humana no acervo do MASP e 100 anos de Athos Bulcão. ​ Premiado na XIV e na XV Mostra Interna da Escola Guignard - UEMG, recebeu menção honrosa no VII Salão de Arte de Itabirito – MG. ​ Realizou em 2017 sua primeira individual nomeada de PIRAJÁ, no Museu Nacional da República, Brasília/DF, e no Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte – CCBB-BH. Em 2018 realizou a instalação PASSADIÇO no Arte Pública | Projeto Tech_Nô – Oi Futuro Flamengo/RJ, a exposição CASTA, na Galeria de Arte da CEMIG em Belo Horizonte/MG e a exposição ME VI, na Galeria de Arte do BDMG Cultural, também em Belo Horizonte/MG. ​ Seu trabalho integra coleções particulares.

RENATO MORCATTI

RODRIGO ALBERT Rodrigo Albert é um artista brasileiro, começou a se destacar no início de 2005 com a exploração da fotografia focada em questões políticas y sociais, na relação entre arte e violência, vida e morte. Em 2006 vence o Premio Nacional de Fotografia Pierre Verger, um dos prêmios mais importantes da fotografia brasileira, no mesmo ano é indicado para o World Press Photo Joop Swart Masterclass Fundação World Press Photo, Holanda. Em 2009 muda-se para Paris onde reside por dois anos, produz a série “Da janela do quarto” e ganha o Premio SFR/Polka, “A verdade pela imagem” 2010, escolhido pelo fotógrafo francês Marc Riboud (Magnum Photos); e é Menção especial no Grande Prêmio de Fotografia SFR Jovem Talento 2010, escolhido pela fotógrafa espanhola Isabel Muñoz; também foi selecionado para o Descobrimientos PHOTOEspña 2010. Em 2011 se radica em México onde começa a inserir em suas investigações o vídeo, a instalação e a escultura e é convidado para participar do livro “A book of beds” da prestigiada revista FOAM, em Amsterdã, Holanda. Em 2013, convidado pela curadora Ingrid Suckaer, apresenta o projeto: “Carcel e Libertad en Brasil” no Festival Internacional Cervantino em Guanajuato, México. Seus trabalhos já foram apresentados em exposições individuais e coletivas em vários países da América Latina, Europa e Ásia, como: Zona de Perigo que integra o Prêmio Cni Sesi Marcantonio Vilaça no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães em Recife e no Museu Oscar Niemeyer em Curitiba, Brasil; Geração 00 no Sesc Belenzinho em São Paulo, Brasil; Festival de Fotografia de Arles; ParisPhoto no Grand Palais e ParisPhoto no Corroussel Louvre; Galeria Polka e Museu do Montparnasse em Paris e Centro Regional de Arte Contemporânea em Sète, França; Museu MAMAC na Bélgica; e galeria China House em Penang, Malásia. Tem obras em acervos particulares e institucionais, como: Instituto Itaú Cultural, em São Paulo, Brasil; Coleção Pirelli/MASP do Museu de Arte de São Paulo, Brasil; Tribunal de Justiça de MG, Brasil; Centro Cultural Pole Sud, Rennes, França; SFR, Paris, França; Centro Municipal de Fotografia em Montevidéu, Uruguai. Atualmente divide sua vida entre o Brasil e o México. É representado no Brasil pela Periscópio Arte Contemporâneo, em Belo Horizonte e na Europa pela agencia Picturetank com sede em Paris.

RODRIGO ALBERT

SELMA PARREIRA Reside e trabalha em Goiânia com pintura, fotografia, instalação, intervenção urbana. Cursou Licenciatura em Desenho e Plástica, Universidade Federal de Goiás, 1979. Especialização em Gravura, Guanajuato, México, 1980. Professora da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás desde 1993. Mestra em Cultura Visual e Arte FAV-UFG em 2010

SELMA PARREIRA

UMBERTO COSTA BARROS Formado pela Escola de Arquitetura e Urbanismos da UFRJ, Humberto Costa Barros foi um dos integrantes da chamada Geração AI-5, à partir da segunda metade dos anos 1960. Essa década foi marcada pela atuação de duas gerações importantes no cenário da história da arte brasileira. A primeira geração foi constituída por Antônio Dias, Rubens Gerchmam, Roberto Magalhães e Carlos Vergara e influenciada pela Pop Art Norte Americana e pela Nova Figuração Europeia. Geração que ficou conhecida principalmente a partir da exposição Opinião 65. Essa exposição foi uma primeira tentativa de opinar sobre a situação da arte brasileira e simultaneamente sobre a nova realidade política do país após o Golpe Militar de 1964. A segunda geração, conhecida como Geração AI-5, da qual pertence Umberto Costa Barros, Cildo Meireles, Antônio Manuel, Wanda Pimentel, Claudio Paiva, Artur Barrio, Raimundo Colares, começa a atuar no período mais duro da ditadura militar. Com a publicação do Ato Institucional número 5, do dia 13 de dezembro de 1968, vivenciando torturas, prisões, exílio e todas as consequências desse ato. A repressão afetou a atuação das galerias de arte, dos museus e instituições culturais e diante da impossibilidade de mostrar suas obras, esses artistas adotaram como tática, participar de todos os Salões e Bienais que eram realizados no período. Assim como na exposição Do Corpo a Terra, realizada na década de 70 no Palácio das Artes, nessa nova exposição em Belo Horizonte, Umberto cria obras específicas para o espaço da galeria — agora de arquitetura eclética e tombada —, pensando no local tanto como um espaço físico quanto um espaço político da arte. Umberto se interessa pelo espaço através do objeto e do trabalho gráfico, realizando intervenções de organização e desorganização dos elementos constitutivos onde propõe seu trabalho artístico. Na ocasião de “Sangue sem voz”, além das obras específicas, a galeria Periscópio Arte Contemporânea lançará a publicação de entrevista entre o artista e o curador Frederico de Morais, realizada em maio deste ano, remontando um encontro ocorrido também em Belo Horizonte na exposição Do Corpo a Terra.

UMBERTO COSTA BARROS

WILSON BAPTISTA Wilson Baptista nasceu em Belo Horizonte em 1913, onde viveu até 2014. Foi um dos fundadores e o primeiro presidente do Foto Clube de Minas Gerais. Foi organizador e participante de exposições e salões nacionais e internacionais de fotografia até meados dos anos sessenta, nos quais foi premiado diversas vezes. Fotografias suas ilustraram, a partir dos anos 1980, diversas publicações nas áreas de arquitetura, urbanismo e história da capital mineira. Considerava-se um fotógrafo amador: nunca teve um estúdio ou algo do gênero e costumava usar a sala na qual um colega dava aulas de taquigrafia “como observatório para fotografar as coisas”, bem no centro da cidade. Mais interessado no que a fotografia podia dar a ver do que na tarefa, diretamente associada ao mecanismo fotográfico, de documentar a realidade, acabou constituindo, de maneira nada pretensiosa, um arquivo riquíssimo através do qual podemos percorrer os ritmos, movimentos e fatos cotidianos de transformação urbana, visitar a micro-história nos olhares, práticas sociais e acontecimentos coletivos públicos e enxergar formas e composições autônomas derivadas de objetos familiares como puro exercício plástico. Tais visualidades reveladas habitam a fronteira entre a documentação e a arte, demonstrando que a discussão, em pauta desde a invenção da fotografia no início do século XIX, está longe de ser esgotada. Realizou a exposição individual Wilson Baptista: Fotografias em 2000 no Instituto de Arquitetos do Brasil e foi homenageado na retrospectiva Diálogos nos tempos da Fotografia, em 2007 na Casa do Baile, com a participação de fotógrafos mineiros contemporâneos. Participou recentemente das exposições coletivas Segue-se ver o que quisesse (2012) e Escavar o Futuro (2013-2014), ambas no Palácio das Artes; Habitáculo, no Cine Theatro Brasil Vallourec e Horizonte Moderno no Centro Cultural Minas Tênis Clube (ambas em 2015).

WILSON BAPTISTA

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